Nossas Decisões

Decisões que Nos Definem

Na Comunidade do Reino nós optamos por algumas decisões que esclarecem nossos objetivos como Igreja e Ministério, e essas decisões estão listadas mais a seguir. No entanto, nós estamos profundamente preocupados que você entenda o contexto delas: essas decisões não são e nunca serão uma reação para ou diante de qualquer coisa, mas são as declarações de nossos corações e a realidade que queremos para nossa Comunidade. Elas não são, de forma alguma, uma crítica a qualquer igreja ou movimento denominacional. Por favor, não usem indevidamente essas decisões como armas direcionadas aos outros. Nós estamos nessa batalha por um alto crescimento juntos: uma Igreja, uma Noiva e um Corpo.

Em Efésios 3:19, Paulo pede encarecidamente a nós para que aumentemos a nossa percepção do amor de Deus, deixando expandir do conhecimento meramente mental/racional para as experiências reais. Esses dois níveis também descrevem nosso processo de comprometimento com essas decisões. Elas são verdades fundamentais sem as quais não desejamos viver, mas também pontos de contenção. Em II Samuel, enquanto Davi liderava o retorno da Arca da Aliança, percebemos que havia tanto a celebração como o sacrifício; e assim é com esses compromissos. Enquanto nós estamos atendendo o chamado cada vez maior para limpar o caminho para a Manifestação da Presença e da Glória de Deus, preparando o caminho para o Rei da Glória, essas decisões tiram um pedaço dos nossos corações e das nossas vidas, só que também nos dá algo precioso em troca. Elas são, ainda assim, uma jornada de descobertas, não um destino imutável.

Essas decisões não são proclamações arrogantes de nossas realizações. Nós continuamos a compreender o alto custo e o grande valor do propósito de cada declaração.

Estas são as DECISÕES QUE NOS DEFINEM:

1. NÓS DECIDIMOS que pregar o Evangelho sem demonstrar o Evangelho não é o bastante. Boas pregações, boa doutrina e ser uma boa pessoa não é o bastante.
2. NÓS DECIDIMOS que ter um bom “clube social” da Igreja não é o bastante, bons relacionamentos não são o bastante e ser apenas um membro desse “clube” não é o bastante.
3. NÓS DECIDIMOS que ter bons estudos bíblicos é bom, mas não é o bastante, que fazer tudo apenas para ir para o céu não é o nosso objetivo e conhecer algo sobre Deus sem verdadeiramente conhecer e experimentar Deus não faz sentido.
4. NÓS DECIDIMOS que ter bons programas não é o bastante, que mudança sem transformação é intolerável e que permanecer o mesmo não é uma opção.
5. NÓS DECIDIMOS que dom sem caráter é fútil.
6. NÓS DECIDIMOS que cantar músicas sem adorar a Deus é superficial e ter encontros sem Deus é inútil.
7. NÓS DECIDIMOS que ter fé sem obras não é o bastante e ter obras sem amor é inaceitável – que o desempenho de nossa função venha, primeiro, pelo nosso relacionamento com o Pai e, em segundo, com os outros.
8. NÓS DECIDIMOS que ler sobre o livro de Atos sem viver o livro de Atos é impensável.
9. NÓS DECIDIMOS que fé confiante é boa, mas fé corajosa e ousada é melhor.
10. NÓS DECIDIMOS que ouvir sobre o Espírito Santo sem experimentá-lo é tolo, que acreditar em sua presença sem ver a manifestação de sinais e maravilhas é hipocrisia, que acreditar em cura sem ver pessoas curadas é absurdo e que acreditar em libertação sem ver pessoas libertas é absolutamente ridículo.
11. NÓS DECIDIMOS ser cheios do Espírito Santo, guiados pelo Espírito Santo e capacitados e potencializados pelo Espírito Santo – qualquer coisa menos do que isso não funciona para nós.
12. NÓS DECIDIMOS ser aqueles que contam histórias sobre o poder de Deus, não aqueles que somente ouvem essas histórias.
13. NÓS DECIDIMOS que viver salvo, mas não no sobrenatural é viver abaixo do nosso privilégio e desvalorizar o propósito pelo qual Cristo morreu.
14. NÓS DECIDIMOS que nós somos um navio de batalha e não em um cruzeiro, um exército e não uma plateia, forças especiais e não espectadores, missionários e não membros de um clube.
15. NÓS DECIDIMOS que valorizamos tanto pioneiros como colonos – pioneiros expandem nosso território e colonos constroem nesses territórios – mas nós não somos “posseiros” – pessoas que pegam o espaço que outros lutaram para conseguir, sem melhorá-lo.
16. NÓS DECIDIMOS ser infecciosos em vez de inofensivos, contagiosos em vez de ficar na quarentena, fatais em vez de benignos.
17. NÓS DECIDIMOS ser radicais no amor e doadores extravagantes.
18. NÓS DECIDIMOS que estamos em uma estação de missão e não em um museu.
Por isso:

  • Nós honramos o passado, mas nós não vivemos nele.
  • Nós vivemos o presente com os nossos olhos no futuro.
  • Nós vemos os eventos passados, tanto sucessos como fracassos, como trampolins e não como sinais de “Pare”.
  • Nós buscamos aprender para sermos transformados, não aprender para apenas saber.
  • Nós somos pessoas de compromisso e engajamento, não somente observadores ou espectadores.
  • Nós focamos no que pode ser, não somente no que é ou no que tem sido.
  • Nós não estamos limitados entre quatro paredes de um edifício. Nossa influência não está restrita à localização – Nem mesmo estamos limitados pelas fronteiras que existem entre as nações.
  • Nós estamos mais preocupados sobre quantos nós enviamos pelo mundo do que quantos nós convencemos a permanecer no edifício. O edifício em que estivermos é para ser cheio de pessoas e será! Mas isso não representará a medida de quem nós somos ou a medida de nossa efetividade.
  • Nós levantamos transformadores do mundo, não guias turísticos.
  • Nós treinamos governantes e não apenas representantes de comitês, associações, organizações.
  • Nós somos as pessoas do nosso destino, não somente da nossa história. Não fazemos apenas parte da história de alguém, mas estamos escrevendo ela.

19. NÓS DECIDIMOS que é melhor falhar enquanto estamos em busca de alcançar o que nos parece às vezes impossíveis e aquilo que Deus tem planejado para nós do que ter sucesso se contentando com o menos.
20. NÓS DECIDIMOS que no mínimo queremos que o Reino de Deus venha, e que desejo de Deus de que Sua vontade seja feita em nosso mundo assim como é feita no Céu seja satisfeito.
21. NÓS DECIDIMOS que nós não estaremos satisfeitos até que nosso mundo enlouqueça e declare “Aqueles que têm virado o mundo de cabeça para baixo chegaram aqui também”.

Essas decisões não são destinos imutáveis, trilhos a serem seguidos rigidamente, mas, mais do que isso, são jornadas ao longo de um caminho antigo. Nós não encontramos um novo caminho, apenas temos redescoberto um caminho que é tão antigo quanto Abraão, Isaque e Jacó. O mesmo caminho seguido por Moisés, Josué e Calebe – Paulo, João e Pedro. Este é o caminho seguido pela igreja do primeiro século – uma igreja que revolucionou a cultura do primeiro século e além dele.

Esse é o caminho que impactará o mundo que vivemos hoje. Esse é o caminho de:

  • Fé corajosa e ousada: acreditar naquilo que Deus diz ser verdadeiro e viver essa verdade;
  • Generosidade extravagante: dando nossa vida sempre com o propósito de demonstrar o Seu Reino;
  • Amor radical: amar a Deus acima de todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Esse é o caminho para a liberdade e a cura. Nesse caminho nós encontramos significado, propósito e destino. Esse é o caminho que poucos percorrem. No entanto, não é um caminho que está disponível para poucos, mas para todos aqueles que quiserem andar nele.

Esse caminho é para pessoas de todas as nações, tribos e línguas, para aqueles de qualquer ocupação ou vocação. Não importa onde a pessoa está em sua jornada de vida, pois há lugar para ela nesse caminho também.